Relato de viagem

Bariloche a Salvador, uma longa jornada

Nossas únicas obrigações do dia era terminar de arrumar as coisas, fazer o check-in do hotel e pegar o vôo. Devido ao horário de embarque no aeroporto não daria tempo de fazer mais nada. Alguns haviam arrumando a maior parte das coisas no dia anterior, mas de uma forma geral todos dedicaram as primeiras horas do dia a terminar de aprontar tudo. Não se podia demorar muito por que o horário de entregar as chaves do quarto era às 10:30, e se passássemos disso teríamos de pagar outra diária. Eu decidi já descer de uma vez, para tomar café e já levar minhas coisas. Alguns fizeram diferente.

Já sentíamos um clima de fim de festa, e todos já começavam a pensar em suas atividades e compromissos quando chegasse no Brasil. Mesmo assim ainda sobrou fôlego para pensar em dar uma volta em Montevidéu, cidade onde dormiríamos uma noite e teríamos poucas horas livres. Pensamos até em fazer um city-tour e cheguei até em dar uma pesquisada na internet sobre isso, mas depois chegamos à conclusão que não daria tempo. Combinamos que o que iríamos fazer mesmo era tentar ir num centro de compras vê se achávamos coisas baratas, como os casacos que tínhamos visto quando desembarcamos naquela cidade no início da viagem.

Café tomado, coisas arrumadas e ainda faltava cerca de duas horas até chegar o taxi que havíamos agendado. Todos decidiram bater pernas pela rua, ali por perto mesmo, exceto eu que fiquei escrevendo o relato. Devido à correria e os problemas com a hospedagem os mesmos a escrita estava atrasada, e não queria ir deixando, se não depois esqueceria os detalhes.

Quando finalizei o relato de um dia já era 12:00, e faltava então 30 minutos para a chegada do taxi. Quase todos já haviam voltado e estavam ali no saguão do hotel, só esperando o momento de zarpar. Fui então dá minha última voltinha na cidade, ali por perto mesmo. Como o hotel ficava bem no centro de tudo, havia muitas lojas e coisas pra se ver ao redor. Andei cerca de uma quadra, e me deparei com algo que estava procurando faz tempo. Um alicate que é uma espécie de canivete suíço.  Ele é dobrável e tem várias coisas, assim como o famoso canivete. A diferença é que essencialmente ele é um alicate, e as outras coisas são acessórios. É todo inox, de uma boa marca, e não fabricação chinesa como a maioria dessas coisas hoje em dia. O preço estava interessante: AR$ 119,00 pesos. Com esse dinheiro com certeza em salvador não compraria uma assim. Foi paixão à primeira vista e decidi levar. Ainda tentei conseguir um desconto, mas o vendedor foi firme e com educação não cedeu. Mesmo assim estava satisfeito. Voltei rápido pro hotel e já fui logo mexendo nele. Estava encantado. Mostrei e Marcelino e a Wesley, e na hora eles colocaram olho gordo (risos). Quando disse o preço ficaram logo interessados e disseram que também queriam! Faltavam poucos minutos pra o taxi chegar, teria de ser rápido. Fomos correndo na loja, e por sorte havia ainda dois. Um no estoque e o que estava na vitrine. Compraram, e quando voltamos os dois taxis já estavam lá nos esperando.

O taxi custou o mesmo preço de quando viemos do aeroporto para o hostel, AR$ 50,00 pesos. A distância deve ser em torno de 15 quilômetros. Chegamos com a antecedência necessária, despachamos as bagagens e a atendente nos informou que teríamos de pegar outro vôo na conexão em Buenos Aires, pois devido ao atraso desse vôo, não daria tempo pra embarcarmos no vôo com destino a Montevidéu que saia as 18:30.

Após nos livramos das mochilas, aconteceu a tão conhecida rotina. O nome de Marcelino foi chamado no auto-falante do aeroporto, solicitando que comparecesse num setor específico. Todos riram e já sabiam que era a maldita caneleira de chumbo. Eu o acompanhei, pois a outra caneleira dele estava na minha mochila, e para caso quisessem olhar a minha, já fui junto. Chegando lá ele explicou tudo novamente, que fazia os tais exercícios e isso e aquilo. Abriu a mochila e mostrou  à oficial a caneleira. Ela entendeu perfeitamente. Perguntei se precisava abrir a minha também e ela disse que não. Mas como já estava ali, e para evitar que me chamassem nos outros dois vôos que faltavam, resolvi tirar e dar para Marcelino levar as duas. Após fazer a verificação foi solicitado a ele que preenchesse um interminável questionário que em resumo era para ele afirmar que abriram a mochila dele e que ele acompanhara o processo e não estava faltando nada lá.

Subimos para o restaurante onde estávamos todos e ali ficaríamos por mais quase duas horas. Alguns já estavam quase dormindo nas cadeiras e mesas. Eu com sede decidi comprar uma água mineral. Tive de pagar a incrível monta de AR$ 10,00 pesos por uma garrafa de água de 500 ml, o equivalente a cinco reais! Nossa, nos aeroportos eles exploram mesmo. Pelo menos a minha foi sem gás, pois meu pai pagou o mesmo preço por uma com gás e de 300 ml (risos), e depois ficou se esforçando para beber, pois ele, como eu, só gosta natural, sem gás.

 Na hora do embarque novamente chatearam Marcelino. O policial do raio-x pediu para que Marcelino abrisse a mochila e praticamente o fez revirá-la toda. Também ele trazia consigo inúmeras vasilhinhas, remédios, pozinhos, pólen e mais um monte de coisa que sempre parecia estranho para quem ficava olhando na imagem do scanner do embarque. Terminou perdendo desta vez uma tesourinha de cortar unha, afinal é proibido levar qualquer objeto pérfuro-cortante  na bagagem de mão, e então ele foi obrigado a jogá-la fora. Wesley por sua vez teve problemas com uma garrafa de colocar bebida. Ela estava cheia de água, e como só é permitido levar até 100 ml de qualquer líquido a funcionária o instruiu a joga fora. Ele perguntou então se poderia beber, e nos surpreendendo a funcionária disse: “Não tome nenhum trago!”.

Nosso vôo foi tranqüilo, e como era de dia pudemos apreciar a paisagem, principalmente na decolagem, onde pudemos ver de cima o imenso lago de Bariloche. Pousamos no aeroparque em Buenos Aires e como era conexão não tivemos de pegar as bagagens, pois elas iriam direto para Montevidéu. Apesar de desta vez não haver o problema das mochilas, houveram outros. Ao passar pelo segurança que guarnecesse a entrada da sala de embarque, o mesmo pede para ver o cartão de embarque. Não sabemos por que, mas na vez de Cris ele além de olhar destacou uma das partes. Cris ficou meio desesperada, achando que não conseguiria embarcar. Tivemos de parar para preencher os papéis da imigração, afinal estávamos saindo da Argentina e entrando no Uruguai. Para quem tinha passaporte o conteúdo a preencher era menor, e quem viajava com identidade tinha de preencher dois. Na hora de passar pelo guichê e entregar os papéis a funcionária barrou Cris, e disse que precisava apresentar o bilhete completo. Achamos que teríamos de emitir o cartão de embarque lá no check-in, e fomos correndo, ela e eu. Quando íamos passar novamente pelo local onde haviam destacado o dela, a moça já estava com a outra parte na mão. Parece que perceberam que haviam cometido um erro mas não disseram nada, só nos entregou quando voltamos.

Desembarcamos em montevidéu cerca de 22:40 e perdemos alguns minutos no duty-free, assim como ocorreu no embarque. Diferente do outro onde Wesley comprou um Ipod Touch, desta vez ninguém comprou nada, pelo menos não que eu tenha visto.

Dirigimo-nos então para uma casa de câmbio, pois apesar de ficarmos apenas de um dia para o outro (nosso vôo com destino a Porto Alegre sairia no outro dia às 13:00), iríamos precisar de algum dinheiro, quer fosse para pagar o taxi, que fosse para comprar algo para comer. Cambiamos as últimas notas que tínhamos e fomos iríamos procurar um taxi quando um senhor já veio nos oferecendo. Explicamos que estávamos sem hotel reservado, e que precisávamos encontrar um. Ele gentilmente então começou a dar uns telefonemas, e para nossa surpresa todos estavam cheios, inclusive o que havíamos ficado no início da viagem, o Três Cruzes. Ele nos explicou que agora havia iniciado as férias no Brasil, na Argentina e no Chile, e por isso o fluxo estava alto. Por sorte no último telefonema ele conseguiu vaga numa escola de hotelaria. A princípio estranhamos um pouco, mas ele nos garantiu que era bom.

Seguimos então para lá numa van, os seus juntos. Desembarcamos e vimos que realmente o lugar era bom, e o atendente uruguaio até falava português. Pagamos  $ 540,00 pesos uruguaios por cada pessoa por noite, o equivalente a R$ 54,00 reais. Pela primeira vez em quinze dias o hotel não tinha calefação, e sim ar-condicionado. Já deixamos combinado com o taxista para ele fazer nosso translado para o aeroporto no dia seguinte, para evitarmos ter de perder tempo procurando outro. Essa van era conectada com uma empresa do aeroporto e pagamos no cartão a vinda. Marcelino pagou no cartão dele (apesar de Júlia e eu queremos pagar nossa parte separados), e ficou combinado que acertaríamos as contas na hora de pagar o hotel. Nossa, isso deu uma confusão na hora da conta do hotel, pois a dívida devia ser rateada por cinco, mas não podia descontar tudo no hotel por que sobrava e tinha de pagar o taxi dele de volta. O resultado foi que gerou um stress que não valeu à pena.

No dia seguinte fomos dar uma caminhada no centro de compras mais próximo que havia do hotel, que era exatamente o shopping que tem em cima da rodoviária da cidade, justamente o local onde havíamos comprado algumas coisinhas quando passamos por aqui no início da viagem. Ficava a dez quadras do hotel e fomos andando. Cris e Wesley não foram, pois disseram que já haviam comprado tudo que queriam. Não tínhamos muito tempo, pois quando saímos era 08:45, e a van passaria para nos pegar às 11:00 horas. Infelizmente não havia nada interessante naquele shopping. Os preços eram mais ou menos equivalente aos de Salvador, e terminamos comprando imãs, alguns lanches e camisetas.

Voltamos num passo rápido, e ao chegarmos a van já estava lá nos esperando, mas com outro motorista. Ao chegarmos no aeroporto Carrasco, que diga-se de passagem é muito moderno e bonito, fomos direto para o check-in. Por algum motivo que não conseguimos descobrir a atendente demorou demais para despachar nossas bagagens e emitir nossos bilhetes. Como ainda teríamos de pagar uma taxa de U$D 36,00 dólares que era em outra fila, para adiantar Junior ficou nessa outra fila. Mesmo fazendo esse procedimento, terminamos em cima da hora. Fomos então procurar o portão de embarque e meio baratinados entramos num elevador e Junior apertou o botão correspondente ao terceiro andar. Eu sinceramente não lembrava o caminho, e como ele aparentemente sabia para onde estava indo, ninguém questionou. Ao abrir a porta saímos e vimos que não era ali. Quando procuramos o elevador para descer novamente ele já havia ido embora. Só faltavam poucos minutos, e já estávamos agoniados. O elevador não chegava nunca, e decidimos então pegar as mochilas que estava no carrinho e descer de escada. Por um tremendo azar as alças das mochilas engancharam no carrinho e se torceram com as famosas caneleiras de chumbo de Marcelino e não queriam se saltar de jeito nenhum. Quando conseguimos resolver e já íamos descer pelas escadas o elevador chegou. Entramos rápido e fomos em direção ao portão de embarque. No caminho nos deparamos com uma fila imensa e novamente passaríamos pelo raio-x, e pela imigração. A fila andava lentamente, e após alguns minutos nela, começaram a chamar nossos nomes no sistema de som do aeroporto informando que o embarque devia ser imediato. Eu então fui falar com o oficial que estava no raio-x que nosso vôo já ia sair, e mesmo assim ele nos disse para ficar na fila. O engraçado é que minutos antes um senhor tinha passado pela mesma situação, e o mesmo oficial permitiu que ele passasse na frente dos outros para não perder o vôo. Devia ser parente dele (risos).

A funcionária chamou uma, chamou duas e na terceira disse que essa era a última chamada para embarque. Já estávamos desesperados,  e Marcelino lá se explicando para o funcionário do raio-x. Dizendo que não podia tirar o relógio, que a pulseira estava quebrada e tal. Permitiram então que ele passasse com o relógio e foram revistá-lo individualmente. Como se fosse possível, para piorar ainda mais as coisas um outro funcionário disse que queria que a mochila dele fosse aberta. Sempre a dele! Ele estava lá sendo revistado e para adiantar eu disse ao funcionário que ele era meu pai e que ele poderia abrir na minha frente, para adiantar. Ele abriu, meteu a mão, olhou cá, olhou lá e terminou liberando. Nesse momento eu já estava gritando para Junior que já estava mais a frente para ir correndo em direção ao avião e informar que já estávamos a caminho, pois ainda faltava a imigração! Nossa, estávamos realmente preocupados de perder o vôo. Quando o funcionário terminou com a mochila, só vi Wesley saindo correndo. Passei pela imigração que foi muito rápida (afinal estávamos entrando em nosso próprio país) e já fui correndo também. Eu estava sem cinto, e ao correr minha calça começou a cair um pouco. Parecia filme de comédia! Marcelino ia também saindo correndo quando foi avisado que tinha esquecido a carteira naquelas bandejas do raio-x, e a partir desse momento o perdi de vista.

Cris estava tranqüila, pois o vôo dela era outro e sairia Dalí a uma hora, pois ela iria direto para São Paulo. Eu sei que vi Wesley correndo lá na frente, e fui correndo também. O meu casaco estava na mão por que não deu tempo de vesti-lo, e eu não conseguia achar o cartão de embarque para dar na entrada do acesso ao avião, procurei, procurei e então a funcionária me vendo desesperado me mostrou: está aqui, dentro do seu passaporte. Ao entrar no túnel de acesso ao avião vi Wesley e perguntei gritando: você viu meu pai? Ele já embarcou? E ele só me respondia: “não sei, não sei”. Ele entrou no avião, e eu vinha logo atrás. Disse a ele então que entrasse, que eu ficaria na porta e ele voltava pelo corredor do avião para dizer se meu pai tinha embarcado. Ele rapidamente fez isso, e me disse que ele não estava lá. Eu que na verdade estava justamente no limite entre entrar e sair do avião, bem ali no último degrau da escada decidi então que voltaria para ver o que tinha acontecido, e no caso se ele fosse perder o vôo eu ficaria com ele. O comissário de bordo ouvindo isso disse que “por questões de segurança” eu não podia mais sair do avião. Mas eu não tinha nem entrado! Mesmo dizendo isso a ele, ele disse que não era permitido, e para todos os efeitos eu já tinha embarcado no avião. Pensei em voltar mesmo assim, mas também que podia ter alguma legislação especial sobre isso que eu desconhecesse e como era um vôo internacional eu poderia ter um problema maior e ser detido. Sem outra opção entrei no avião e sentei. Poucos instantes depois Marcelino entrou no avião todos ficaram aliviados.Ufa!

O nosso vôo iria para Porto Alegre, de lá fazíamos conexão para São Paulo e de lá para Salvador. Parecia que estávamos dando a volta no mundo, de tanto vôo. Quatro de um dia pro outro.

O avião da Pluna era um Bombardier com quatro assentos em  linha e com um corredor apertadinho, o mesmo que voamos de São Paulo para Montevidéu na ida. Não servia nenhuma refeição a abordo gratuita. Oferecia o serviço de bordo mais tudo era caríssimo. Marcelino no vôo de ida comprou um sandwich e pagou U$D 10,00 dólares!

Pousamos em Porto Alegre cerca de duas horas depois e eu me sentia muito bem em estar de volta ao meu país. Por mais que seja legal viajar, no fundo sempre nos sentimos um estranho em outro país. Fomos recepcionados por belos sorrisos de duas funcionárias da Infraero que no desembarque perguntava quem era brasileiro e direcionava para o guichê correto. Tivemos de preencher uma declaração da bagagem informando se havíamos comprado algo no exterior que ultrapassasse a cota. Foi coisa rápida, e logo estávamos na esteira para pegar nossas bagagens, que desta vez rapidamente deram as caras. A primeira coisa que fizemos depois foi fazer o novo check-in e depois disso demos uma saidinha do aeroporto para pelo menos sentir os ares da cidade e tirarmos uma foto. Aproveitamos também para comprar uns imãs e fazer um lanche, afinal teríamos um tempo de espera ali de quase duas horas até nosso próximo vôo.

Embarcamos na aeronave, e ao iniciar os procedimentos para decolagem com destino a São Paulo foi que Júlia e Junior ouviram que pousaríamos no aeroporto de Congonhas. O problema é que tinham ficado algumas coisas de Junior e Marcelino na casa de Cris, e sua mãe que a pegaria levaria esses itens para eles no aeroporto. Entretanto Júlia não atinou que no nosso bilhete estava escrito CGH, e marcou com Cris em Guarulhos. Júlia mandou uma mensagem de texto antes de decolar avisando da mudança, e esperávamos que desse tempo de ela ir de um lugar ao outro naquele tempo.

Ao desembarcarmos fomos então para uma área onde ficam as pessoas que fazem conexão para não ter de fazer check-in novamente. Foi neste local que novamente tentamos entrar em contato com Cris  e terminamos por receber a posição de que ela não conseguiria chegar em Congonhas a tempo, pois o trânsito como sempre não estava colaborando  e um aeroporto era trinta quilômetros  do outro. Infelizmente isso fez com que nós todos não nos despedíssemos de Cris, pois imaginávamos fazer isso em São Paulo. Eu fiz uma ligação para ela e conversamos um pouco, e já sentados na aeronave antes de decolar foi feita uma ligação e todos nos despedimos dela. Nossa próxima parada foi no destino final, e ao chegar em Salvador nosso amigo Luiz foi gentilmente nos buscar no aeroporto.

 Todos concluíram que nossa viagem foi maravilhosa. Cheia de descobertas e alegrias. Para quem não conhece a neve realmente é algo fantástico e estupefato. Diferentemente do que muitas pessoas disseram o frio não foi nenhum grande problema, nada que fosse proibitivo, pelo menos para nós.

Assim como tantas outras aventuras e viagens que já fizemos por dezenas de lugares, quando chegamos ao final de uma jornada como esta sentimos certa angústia, e ao mesmo tempo certa alegria. A angústia é por ter terminado dias tão bons, tão alegres e de tantas descobertas. A alegria é de estarmos de novo na nossa terra, com menos incertezas e surpresas.

Essa não foi a primeira e com certeza também não será a última viagem. Muito em breve faremos outras e com certeza a partir de agora todas eu relatarei com afinco. Abraços a todos que acompanharam. Espero que tenham gostado e que eu tenha fornecido informações úteis para aqueles que irão viajar.

Se puderem, não morram sem visitar Ushuaia.

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