Relato de viagem

Embarcando em Hong-Kong: uma viagem de dois dias voando para o Brasil

Na manhã seguinte o dia seria dedicado a organizar as coisas para nosso retorno ao Brasil. A viagem seria longa, com várias paradas e alfândega e por isso tudo tinha de ser muito bem acondicionado e organizado. Marcelino, Viviane e eu também conseguimos um tempo pela manhã para comprar uns poucos itens que faltavam. O celular para Viviane, que estava à venda numa loja no mesmo prédio do nosso hotel, o relógio de Marcelino (enfim ele decidiu-se), carrinhos dobráveis para colocar as malas e algumas capas de celular.

Ao final dessas compras ali por perto procuramos nos informar onde poderíamos comprar o ticket para o metrô que ia ao aeroporto (é uma linha específica, só para isso e que custa 100HKD). Depois de alguma dificuldade descobrimos que dali (Tsin Sha Tsui) tínhamos de pegar a Tsuen Wan line,  ir para a estação com nome Hong Kong. Lá então pegaríamos a linha exclusiva para o aeroporto.

metrô exclusivo para aeroporto em Hong Kong metrô exclusivo para aeroporto em Hong Kong

Depois de compramos os tickets passamos num mercado para comprar alguns lanches que usuaríamos nos quase dois dias de duração do nosso retorno até o Brasil. Estávamos, literalmente, do outro lado do mundo.

Chegar a Salvador ia ser demorado e cansativo e como comida de aeroporto é sempre mais cara, compramos umas frutas, pão, queijos e outros lanches para ficarmos mais tranquilos. Depois disso passamos no restaurante (sim, de novo), comemos e voltamos para nosso hotel.

A correria e o metrô luxuoso

Depois de toda a correria da manhã descansamos um pouco, tomamos um banho e seguimos para o Aeroporto. Nós quatro (Marcelino, Júlia, Viviane e eu) voltaríamos naquele dia, e Junior estava com um voo para o dia seguinte.

Metrô exclusivo para aeroporto Metrô exclusivo para aeroporto

Cheio de malas (eu só tinha as mesmas que trouxe quando vim mais um carrinho com duas caixas leves) seguimos para o metrô. Quando pegamos a linha exclusiva para o aeroporto, que é bem mais cara, nos surpreendemos.

O trem é bem diferente, muito confortável e moderno. Parecia um trem bala. Sofisticação pura. Parecia que estávamos num voo de primeira classe. Como é uma linha exclusiva, havia poucas paradas, e em pouco tempo (dada a distância) chegamos ao aeroporto internacional de Hong-Kong, que fica numa ilha diferente da que estávamos. Isso significava que o trem passou por debaixo do mar, algo muito interessante.

Demoramos um pouco para embarcar, já que por segurança chegamos com bastante antecedência no aeroporto. Para chegar à nossa cidade de residência voaríamos  para a África do Sul, depois para São Paulo e depois para Salvador, gastando quase 48 nesse trajeto, dando meia volta no globo terrestre.

Aeroporto de Hong Kong Aeroporto de Hong Kong

Apesar  do longo trajeto o retorno foi bem tranquilo. Sem incidentes, e dormimos grande parte do trajeto, o que fez que parecesse rápido. Na nossa chegada ao Brasil, em São Paulo, eu fui selecionado pela receita federal para inspeção, mas deu tudo certo.

O oficial de alfândega perguntou o que eram as duas caixas que eu trazia, e eu disse que eram dois brinquedos (dois ArDrones). Ele não questionou e rapidamente fui liberado. Viviane que estava apreensiva e muito acima da cota passou direto, sem ser selecionada, assim como Júlia e Marcelino.

Voo de volta ao Brasil Voo de volta ao Brasil

E assim chegamos ao fim de mais um nossa viagem. Acompanhem, pois a próxima viagem será para o Peru e Caribe (Panamá e Costa Rica).

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