Relato de viagem

Cristo, Bondinho, Copacabana, Ipanema e Pedra Bonita na nossa passagem pelo Rio

O Rio de Janeiro, cantado em prosa e internacionalmente conhecido por suas belezas naturais e um povo que gosta de praia e badalação sempre foi contrastado pelas reportagens e noticiário diário com seus morros com traficantes, violência em alta e atuações deprimentes da polícia que deveria proteger o cidadão. Quando conhecemos um lugar nos sentimos mais seguros, mesmo que o local seja violento. Talvez pelo fato de sabermos como tudo funciona, até mesmo a bandidagem, temos uma certa sensação de domínio da situação, apesar de isto ser falso.

Voo para o Rio Voo para o Rio

Nós, brasileiros que acompanhamos a realidade do sudeste pela TV e mídia em geral, que praticamente fala do Rio e São Paulo mais de 50% do seu tempo, mesmo esses sendo somete dois estados dos 26, convivemos com a ideia de que nesta cidade você é assaltado enquanto está admirando uma paisagem belíssima.Isso provavelmente é uma realidade, mas o turista que visita uma cidade internaliza a impressão que é construída por sua própria experiência e a partir do momento que chega ao local quase tudo que viu e leu passa a valer bem menos do que aquilo que ele vê e experiência em loco.

Essa preocupação com a violência permeou nosso planejamento em relação ao Rio a ponto de desistirmos e alugar um carro devido ao medo de pegarmos uma rua errada e irmos parar numa favela, como aconteceu recentemente com uma motorista que foi enganada pelo GPS e acabou no noticiário pela sua morte. Como sempre digo, há sim várias cidades dentro de uma cidade e o seu cotidiano e os locais pelos quais você circula é que vai construir a sua realidade pessoal em relação à violência. Se você vive numa área nobre, bem estruturada e com bom policiamento dificilmente terá a impressão de que vive numa cidade violenta. Isso é normalmente o que acontece com os turistas tradicionais, que vistam pontos turísticos e áreas belas. Entretanto há exceções, pois mesmo nas áreas nobres há sim crimes, apesar  de a incidência ser bem menor e causar a impressão de segurança que falta nas áreas mais pobres.

No ônibus do aeroporto para Copacabana No ônibus do aeroporto para Copacabana

Nesta cidade estávamos sendo turistas tradicionais, visitando os famosos atrativos locais e a impressão que tivemos foi de absoluta tranquilidade. Ao chegarmos ao aeroporto do Galeão, às 9:30 pegamos nossas malas e seguimos para a parada do ônibus da linha especial do aeroporto. Esse não é um ônibus convencional, urbano. É uma linha especial para quem vai e volta do aeroporto, que custa R$ 13,00 e todos vão sentados, com ar-condicionado e bastante conforto. É um ônibus azul, você pode pegá-lo logo na saída do aeroporto, à direita. Passa de quarenta em quarenta minutos e o número da linha é 2018. Mesmo sendo mais caro que um ônibus urbano comum compensa, pois seria bem complicado tomar uma linha convencional cheio de bagagens, fora a possibilidade de ter de ir em pé parte do trajeto.

Esse trajeto  (indo do Galeão para Copacabana) é um pouco demorado, mesmo sem engarrafamento. Como não conhecíamos a região pedimos ao motorista para nos dar a dica quando chegasse no nosso ponto, mas ao mesmo tempo ligamos o GPS para não correr o risco de o motorista esquecer e passarmos do local. Havíamos alugado duas diárias de um apartamento numa das melhores áreas do Rio, a 50 metros da praia, mas por um ótimo preço. Pagamos R$ 460,00 por um imóvel para 5 pessoas por dois dias, todo mobiliado. Se fôssemos para um hotel, nessa região, com certeza pagaríamos muito mais. Essa é uma boa estratégia, só tem de ter cuidado com quem você negocia. No nosso caso encontramos o imóvel através do site www.aluguetemporada.com.br, mas vale lembrar que site não intermedeia a negociação, somente cobra para anunciar. O pagamento é feito diretamente para o dono do imóvel. Na nossa negociação a pessoa nos pediu que depositássemos R$ 100,00 de sinal na conta dela. Fiquei um pouco receoso, mas olhando o histórico e a avaliação de outras pessoas sobre transações anteriores terminei por julgar que valia o risco, ainda mais por saber que a outra opção (hotel) seria bem mais caro. O único inconveniente da nossa reserva era que o apartamento só estaria liberado depois das 4 da tarde. Sabendo disso negociamos para guardar as mochilas grandes com a proprietária do imóvel, passear o dia e no final da tarde voltar e entrar no imóvel.

No calcadão de Copacabana No calcadão de Copacabana

Depois de nos livrarmos das mochilas a primeira coisa que fizemos foi ir à praia. Bastou andar uma quadra e estávamos num dos lugares mais famosos do Rio e admirando uma bela paisagem. Caminhamos um pouco pela orla e nos sentamos num quiosque (que diga-se de passagem é muito bem estruturado e bem construído) e logo nos surpreendemos com o preço das coisas. Uma água de coco custava 5 reais (em quanto em Salvador custa de 2 a 3). Bom, estamos no Rio e em Copacabana, um dos lugares mais caros do Brasil e do mundo para turistas. O jeito era se conformar e aproveitar  a água que realmente estava gostosa.

Viviane e Vânia (a irmã de Viviane que nos acompanhou até o Rio junto com o pai das duas) pediram um hambúrguer que, pasmem, custou R$ 14,00! O pior não foi o preço, foi perceber quando o garçom trouxe os sanduiches os mesmos eram simplesmente um pão redondo e um pedaço de carne sem nenhuma manteiga, molho, alface ou qualquer outra coisa. Era seco e ruim de comer. É muito ruim quando você paga (caro) por algo e percebe que jogou dinheiro fora. Eu tinha ainda na mochila um pão integral e um queijo que havia trazido de Salvador, e foi isso que comi, junto com a água de coco. As duas, vendo o meu lanche disseram que o meu era mais gostoso e que deviam é ter comido o que eu trouxe! Pior ainda foi elas perceberem que no quiosque ao lado um sanduiche bem melhor custava R$ 5,90! Nossa, ficaram revoltadas!

Copacabana é uma parte da orla muito bonita e bem preparada para receber o turista. Os quiosques são limpos e muito bonitos, com banheiros de primeira. O calçadão é bem largo e nos dias de domingo uma das pistas ainda é interditada e assim as pessoas podem caminhar, andar de bicicleta, de skate e realizar outras atividades sem ficar competindo com os veículos.

Tirando uma soneca Tirando uma soneca

Marcelino, João (pai de Viviane) e eu decidimos dar um mergulho e pudemos verificar que a água era extremamente gelada, muito diferente das águas mornas do nordeste brasileiro. Já tomei banho em águas mais geladas (Chapada Diamantina e Dover, no Reino Unido), mas realmente não combina ter um clima tão quente com uma água tão gelada. Depois de curtirmos a praia nós queríamos fazer outra atividade. Como no aeroporto havíamos passado no guichê de informações turísticas (os viajantes devem sempre isso, pois ajuda muito quem está chegando pela primeira vez numa cidade) e pego um mapa, alguns guias e algumas informações tentamos descobrir se era fácil irmos para a Pedra Bonita (de onde se salta de asa-delta e parapente), mas tudo ficou um pouco confuso. Como a ida até a Urca (bondinho pão de açúcar) parecia bem mais fácil decidimos tomar esse rumo. Inicialmente tentamos tomar um táxi, mas tivemos dificuldades. Alguns motoristas, não sei por que, não queriam parar e outros não queriam nos levar, por que estávamos em cinco. Decidimos então partir para o ônibus.

A fila do bondinho A fila do bondinho

Nos disseram que as duas possibilidades seria pegar a linha Rio Sul (512) e saltar na UFRJ e ir andando o restante ou pegar a linha Urca (511) que no deixaria na entrada do bodinho. Fomos para o ponto e esperamos, esperamos, esperamos e percebemos que poderia demorar. Só tínhamos dois dias no Rio e não podíamos ficar perdendo muito tempo, caso contrário não conseguiríamos conhecer as coisas que queríamos. Decidimos então tentar o táxi novamente, mas dessa vez dois veículos, para evitar as negativas. Em poucos minutos chegamos ao acesso do bondinho e aproveitamos o percurso para extrair uma série de informações do motorista, que era bem simpático. O espanto da chegada foi a fila que, sem exagero, tinha umas 200 pessoas! Por sorte lembramos que estávamos acompanhados de um sexagenário  (Marcelino) que tem prioridade. Ele foi lá e comprou o ticket para os cinco. Explicou ao funcionário que estava com outras pessoas que não tinham prioridade, mas se ele só pudesse comprar a dele teria de ficar na fila esperando da mesma forma pelos outros. O funcionário então liberou que ele comprasse para todos e rapidamente pulamos as 200 pessoas, com um sorriso no rosto e com a tranquilidade de não termos feito nada errado.

O bondinho é uma atração que o turista deve obrigatoriamente visitar se vier ao Rio, assim como o Cristo. O custo é um pouco alto, R$ 53,00, mas nada exorbitante e vale o preço pago. A estrutura é muito bem construída, as instalações são limas, com catracas eletrônicas  e tudo que se vê nas atrações de países desenvolvidos. Além disso,  o principal é que o sistema parece bem seguro, dando bastante tranquilidade a quem faz o trajeto entre os morros. Subimos o primeiro estágio que nos leva até o morro da Urca e ficamos impressionados com a beleza estonteante. Olhando de cima  impressão que se tem é que o Rio foi desenhado com suas curvas sinuosas e belas paisagens. Um desenho muito bem feito e pensado nos mínimos detalhes para ser o mais belo possível. Neste primeiro estágio existe uma infraestrutura turística completa, com restaurantes, bares, lojas de presentes e até um pequeno museu, que trata da história do bondinho, mostrando a evolução dos equipamentos, maquinários e da construção. Assim como no embarque tudo é muito limpo, bonito e organizado. Percebemos também que os funcionários são bem treinados inclusive falando outros idiomas. Pode-se apreciar a paisagens por diversos ângulos e para todo lado que se olha surpreende-se com visual de tirar o fôlego. A próxima etapa era subir até o Pão de Açúcar (o segundo morro e o mais alto). A subida é bem mais inclinada e o vento mais forte, o que pode assustar um pouco os mais receosos, mas mesmo assim tudo parece ser bem seguro. O que mais surpreende é como as pedras dos morros são pontiagudas e fiquei também imaginando como deve ter sido difícil para os primeiros construtores chegar aos cumes para levar os primeiros equipamentos e iniciar a construção do bondinho.

Morro da Urca Morro da Urca

A área construída no Pão de Açúcar é menor do que no morro da Urca, tendo uma infraestrutura menor, mas a vista é ainda mais bela, por estar mais alto do que a o da Urca. Pode-se ver dali toda a ponte Rio-Niterói, praticamente toda a Baia de Guanabara, Copacabana, Jacarepaguá e muitas outras partes do Rio.

Depois de descer as duas etapas, voltamos de ônibus, passamos no apartamento para deixar as mochilas e fomos à procura de um restaurante, especialmente um buffet livre. Pela nossa sondagem o preço era maior do que o que costumamos pagar em Salvador, mas como estávamos famintos e cansados ninguém estava com disposição de cozinhar e terminamos almoçando num local que custava R$ 35,00, mas Marcelino e eu conseguimos que o gerente fizesse R$ 30,00 (para nós dois) por sermos vegetarianos. Acho que nos vendo comendo o gerente deve ter se arrependido, já que nós dois  comemos mais de 1,5 kg, cada um, além da sobremesa. Saímos do buffet de barriga cheia e todos foram unânimes que a próxima atividade seria dormir! Fomos todos para o hotel e desfrutamos de nossa cama gotosa. Como foi gostosa essa cesta!

O combinado era dormir um pouco e acordar lá pelas oito da noite para irmos à Lapa, a zona do Rio famosa por seus bares e casas noturnas, sendo considerado o bairro mais boêmio da capital. Informamo-nos e vimos que seria fácil ir de ônibus e essa foi nossa escolha. Por ser domingo a região não estava muito cheia. Saltamos, caminhamos um pouco e havia alguns bares abertos, mas outros fechados. Os que estavam funcionando estavam com um bom volume de boêmios e a animação parecia boa e quase todas as mesas estavam ocupadas. Escolhemos um que ficava logo na esquina, próximo de um imenso painel grafitado que tomava vários andares da fachada de outro bar.

O apê que ficamos em Copacabana O apê que ficamos em Copacabana

Não demoramos muito na Lapa e cerca de 23h30min fechamos nossa conta e saímos. Estávamos pensando em regressar ao hotel de táxi, mas como parecia muito fácil voltar de ônibus seguimos para o ponto que era poucos metros dali e perguntamos aos locais qual era a linha que nos levava de volta. Apesar do horário a rua estava movimentada, com bastante turistas, inclusive estrangeiros e ninguém parecia assustado ou com medo e isso nos transmitia certa tranquilidade. Para nossa surpresa, mesmo nesse horário o ônibus estava cheio e grande parte era de visitantes, de pessoas que estavam curtindo a noite. Tivemos de ir em pé uma parte do trajeto, mas aos poucos o ônibus foi esvaziando e pudemos descansar as pernas que ainda andariam muito na nossa viagem que estava apenas começando.

Devido ao horário de dormida do dia anterior acordamos um pouco mais tarde. Nosso plano era ver se conseguiríamos visitar a rampa de decolagem da Pedra Bonita e o Cristo Redentor. Exceto Vânia, todos fomos ao mercado comprar alguns mantimentos para fazer um bom café e um lanche mais tarde. O objetivo era aproveitar todos os equipamentos do apartamento para fazer uma deliciosa comida e economizar uma boa grana. Só no almoço do dia anterior tínhamos gasto R$ 165,00 para os cinco e com R$ 100 reais conseguimos fazer um mercado que daria para duas refeições e ainda levar uns lanches para o nosso dia de passeio. Voltamos, preparamos nosso café generoso e seguimos para a rua. O nosso roteiro nesse dia era ver as decolagens de asa-delta e depois visitar o cristo. Tomamos o ônibus da linha 534 que vai até a praia de São Conrado. Segundo nos informaram não havia ônibus que fosse até o topo da montanha e a melhor forma era subir de táxi. Para economizar fomos até o pé da montanha de ônibus e lá pegamos um táxi para subir. Por sorte encontramos um Fiat doblô  estacionado e conseguimos acertar para nos levar, esperar por 1 hora e nos trazer de volta ao pé da serra por R$ 100. Eu argumentei que o certo era cobrar pelo taxímetro, mas ele não ia topar. Pediu R$ 120 mas conseguimos chorar um pouco. A subida é íngreme e exige bastante do carro e não é todo taxista que gosta de ir lá.

Pedra Bonita Pedra Bonita

Por sorte o Clair era gente boa fomos conversando bastante. Ele nos contou que tem um irmão que salta de parapente e que por isso está acostumado a subir a montanha. Depois que embarcamos nos disse que teria um finalzinho, de cerca de 100 metros que talvez ele não conseguisse subir por que era muito íngreme. Não foi isso que aconteceu. A maior parte fomos de carro, mas quando chegamos na parte de paralelepípedo o carro pediu arrego. Primeiro eu desci e disse que subiria andando. Ele tentou então subir  com os outros quatro e não conseguiu. Pediu para conhecidos que estavam subindo em outros carros para dar carona a João e depois a Marcelino e subiu até uma etapa com Viviane e Vânia, mesmo assim com muita dificuldade. Mais adiante as duas tiveram de descer para que o táxi conseguisse chegar até o topo. O taxista nos explicou que o carro estava com um problema que não permitia usar a gasolina, somente o gás. Como o gás não fornece tanta potência o motor ficava fraco.

Depois de toda essa dificuldade finalmente chegamos ao topo. O visual realmente é de tirar o fôlego. De lá se vê toda a praia de São Conrado e praticamente toda a zona sul do Rio. Ficamos lá cerca de uma hora, mas só presenciamos uma decolagem de asa-delta. O vento estava fraco e rondando de direção e por isso duas decolagens de parapente para voo duplo foram canceladas. A rampa é muito organizada, com equipe de controle de voo que autoriza as decolagens, quiosque para lanches e uma área acarpetada e arborizada.

Vai voar de novo? Vai voar de novo?

Como havíamos marcado com o taxista de ele nos esperar por no máximo uma hora seguimos de volta até o carro. A nossa ideia era que ele nos deixasse de volta em São Conrado para de lá pegarmos um ônibus e depois o metrô até o Cristo Redentor, que é a melhor atração da cidade. O taxista nos fez uma oferta que se mostrou economicamente interessante e ainda mais confortável, além de passar pela floresta da Tijuca, com um visual esplêndido. O acerto inicial era pagarmos R$ 100,00 pela subida e descida e ele nos disse que por mais R$ 150,00 nos levaria no Cristo, passando pela floresta e depois nos deixaria onde quiséssemos na cidade. Fizemos a conta e se fôssemos pagar o trem para subir o cristo e mais os trechos para chegar até lá seria mais caro e ainda perderíamos mais tempo e por isso numa decisão de 4 x 1 optamos por táxi.

Chegamos ao cristo e o nosso motorista Clair ficou nos esperando no acesso principal. Após pagarmos R$ 21,80 entramos na van (já incluída no ticket e muito confortável) para subir cerca de 1 km já dentro da área do monumento do cristo. Do ponto que saltamos da van tivemos de subir ainda uma escadaria para finalmente chegarmos ao pé da estátua. Na minha opinião o mais interessante dessa atração é o visual. Esse é ponto mais alto do Rio (acessível por carro) e de lá se pode ver toda a cidade, com a melhor vista de todas. A estátua é realmente grande, imponente e tem mais significado para os cristãos, mas é sim um monumento bonito e numa localização única. É surpreendente a quantidade de estrangeiros. Percebe-se que a maior parte não é de brasileiros e se ouve diversos idiomas, tudo misturado.

De braços abertos De braços abertos

Do cristo seguimos para Copacabana novamente. Passamos mais uma vez no mercado Pão de Açúcar (esse é o nome da rede), compramos vários mantimentos e fizemos um belo de um rango.  Tivemos de fazer duas comidas, já que Marcelino e eu somos vegetarianos enquanto os outros são carnívoros. Eu comi um delicioso refogado de repolho, couve-flor, ovos e soja com arroz e uma salada sortida. Os outros fizeram uma coisa estranha lá que prefiro nem descrever! Como conseguimos chegar cedo do cristo depois do rango ainda deu tempo de irmos ver o pôr-do-sol em Ipanema, ao lado do arpoador. Viviane e João entraram na água e voltaram gritando de frio. Apesar do Rio ser conhecido por suas altas temperaturas,  a água do mar é extremamente fria nesse latitude (ao menos nessa época). Não é que nem no nordeste que tem águas mornas, que tanto atrai os turistas. Uma parte dos surfistas nesse dia estava usando neoprene (roupa térmica) e não se via muitas pessoas na água.

Depois do maravilhoso pôr-do-sol seguimos de volta para nosso hotel. Eu cuidei de arrumar minhas coisas e depois escrever relatos, enquanto Viviane, Vânia e João foram num barzinho ali perto. Marcelino ficou comigo organizando também suas coisas e descansando. Tínhamos de dormir cedo nesse dia por que apesar do nosso voo ser às 10h00min da manhã tínhamos de chegar duas horas antes e nos foi dito que há muito engarrafamento pela manhã.

Pôr-do-sol em Ipanema Pôr-do-sol em Ipanema
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