Relato de viagem

San Blas, as ilhas paradisíacas controladas pelos índios kunas no Panamá

As Ilhas San Blas são famosas por sua beleza e acesso difícil. São mais de 365 ilhas (somente 80 são habitadas) que formam um arquipélago que está sob controle do índios Kuna Yala (se escreve também Guna Yala). É um destino exótico, muito procurado por turistas aventureiros. Mas junto com a beleza exuberante do local os visitantes têm de estar preparados para, dependendo do seu anfitrião, não receber um tratamento muito bom dos índios. Além disso os preços cobrados são  altos para o serviço oferecido e o acesso é difícil.

Foto da foto em San Blas Foto da foto em San Blas

Procurando uma agência de turismo

Já estava nos nossos planos visitar essas ilhas, mas não tínhamos deixado o transporte e nem a hospedagem acertados. Por isso, no dia posterior a nossa ida à zona livre de Colón procuramos informações para acertar os detalhes para nossa ida.

Eu já tinha pesquisado pela internet e os relatos davam dicas interessantes, mas achamos que seria mais seguro procurarmos uma agência de turismo para tentar comprar um pacote que incluísse o transporte e a estadia.

Como naquela manhã queríamos caminhar pela orla da Cidade do Panamá, também conhecida como Cinta Costeira, deixamos o hotel e seguimos, andando, conhecendo e à procura da agência.

A Cinta Costera é a parte mais rica e bonita da capital panamenha e o nosso pensamento foi que andando por lá encontraríamos agências de turismo e um restaurante para almoçar. Caminhamos pela calle 28 até chegar à avenida Balboa, onde percorremos um trecho com edifícios imensos e bonitos até passar pelo parque Urraca, onde cruzamos e entramos na Calle 45. Tentamos comer num dos restaurantes que ficavam perto da esquina, mas alguns eram caros e outros não tinham o que gostávamos (só tinha carne).

Restaurante popular na Calle 45 este Restaurante popular na Calle 45 este

Caminhando mais um poco até que uma pessoa nos indicou onde encontraríamos um restaurante bom e barato e uma agência de viagens.

Estava muito quente (quase sempre é quente no Panamá) e ficamos aliviados ao entrarmos no ambiente com ar-condicionado do restaurante, que era dentro de um supermercado e bem ao estilo popular.

Para fazer o prato cada um escolhia as porções e depois passava no caixa e a funcionária fazia as contas. Como só peguei arroz, feijão, salada, aipim e queijo branco gastei somente 4,38 dólares, a refeição mais barata que fiz no Panamá. Apesar do preço e de não ser um ambiente refinado o lugar era limpo e a comida estava boa.

Feriado no Panamá, passagens esgotadas

Depois de comer seguimos para a agência Viajes Arco Iris. Entrando na loja eu disse  que desejávamos ir para San Blas e aparentemente a funcionária se mostrou surpresa. Disse que a passagem de avião custava 140 dólares para ir e voltar (o que achamos até barato) mas que não havia disponibilidade. Segunda ela estávamos numa quinta e no dia seguinte seria o feriado do dia de la madre no país e por causa disso muita gente viajava e as passagens haviam esgotado.

Almoço de 4,38 dólares Almoço de 4,38 dólares

O mais surpreendente é que ela não nos deu nenhuma outra opção. Eu então disse que li a respeito de transporte de carro até lá e ela disse que não tinham esse tipo de serviço, mostrando pouco interesse em nos ajudar.

Sem muito mais o que conversar saímos e chegamos à conclusão de que teríamos de usar o meio alternativo e ligar diretamente para o telefone do Junier (507  6523-5639), que faz o transporte até as ilhas e que encontrei no post do mochilão trips que é muito objetivo, mas está desatualizado. Algumas coisas mudaram em relação às dicas do post e explicarei tudo pra você leitor.

WIFI para naturalistas

Para ligar a gente precisava de internet, já que não havia telefone público por perto. Através do Nimbuzz faço ligações voip para qualquer lugar do mundo bem baratinhas (isso não é um merchandising não, é que o preço é bom mesmo, melhor que do skype). Por sorte ao lado da agência tinha uma loja de produtos naturais.

Marcelino já gosta dessas coisas e é conversador e então entrou para conhecer e na cara de pau perguntou se tinha internet wifi. Não é que tinha? E o cara disse que podia usar sem problema. Ele não oferecia a wifi para os clientes. Era para uso deles, mas liberaram para gente com um sorriso largo na cara. Acho que Marcelino enfeitiçou eles com o papo de acupuntura e e alimentação natural. Essas foram uma das poucas pessoas no Panamá que não aparentaram ser mercenárias.

Contratando o translado para San BlAs

Com prazer de saber que de graça é mais gostoso eu me conectei, liguei e na mesma hora o Junier (é Junier mesmo e não Junior)  atendeu e já fui direto ao ponto . Peguei as informações básicas, mas achei melhor vê-lo pessoalmente. Ele pareceu surpreso com a ligação e muito disponível e marcamos dali a 40 minutos no hotel Caribe, onde estávamos hospedados.

Junier e seu carro preto Junier e seu carro preto

Pouco tempo depois de nós o Junier chegou. Conversamos e ele explicou os custos totais para ir, voltar e ficar na ilha. O transporte (que é o serviço que ele faz) custava 60 dólares para ir e voltar, por pessoa. Fora isso cada um tem de pagar 10 dólares para entrar no território dos Kunas, mais 20 dólares do barco para ir e voltar às ilhas e mais 2 dólares pelo uso do porto.

Em relação à hospedagem (na ilha que ficaríamos), cada um pagaria 25 dólares por noite para dormir numa cabana reservada só para nós três. No total então ficaria  U$D 92 do transporte e mais U$D 50 da hospedagem para dois dias.

Ilhas controladas pelo índios

Os índios é que controlam tudo por lá. Kuna Yala (ou San Blas) é uma comarca do Panamá que tem status de província. Fica num território demarcado e eles tem quase que autonomia total sobre a região, que inclui uma grande faixa de litoral e todas as ilhas de San Blas. São eles que controlam a entrada no território (cobrando o pedágio de 10 dólares), que administram e que determinam os preços de tudo por lá. Segundo Junier, eles não tratam as pessoas bem e cobram caro por tudo.

Além disso, nos contou que é comum as crianças roubarem as coisas dos turistas, e nos falou isso várias vezes, recomendando que mantivéssemos as coisas de valor à vista o tempo todo. Ouvindo tudo isso acho que qualquer  um desistiria de ir para San Blas, mas nós estávamos determinados.

A frente pedágio indígena A frente pedágio indígena

A aventura para chegar até San Blas

Fomos até San Blas com o Junier num jipe antigo, ano 91, que apesar de ser de luxo estava velho. Ele não tem mais a empresa Lam Tours, já que teve um desentendimento com os outros dois irmãos e se separaram.

Ele todo o tempo foi educado, mas percebi que ficou ainda mais solícito depois que eu disse que tinha conseguido o telefone dele num relato de viagem e que se eu gostasse do serviço dele iria recomendá-lo nos meus relatos.

Depois de tudo acertado ficou marcado de no dia seguinte ele nos pegar às 06:00 da manhã no hotel, mas ele se atrasou, chegou meia hora depois. Chegamos a pensar que ele não vinha mais e ficamos chateados, por que tivemos de acordar muito cedo para estarmos na recepção às 06:00 em ponto. Ele disse que furou o pneu e por isso se atrasou. Essa é aquele tipo de desculpa que a gente nunca sabe se é verdadeira ou não, mas parecia que sim.

Abrigo do porto de San Blas Abrigo do porto de San Blas

San Blas fica no atlântico enquanto a capital do país no pacífico e mais uma vez tivemos de cruzar todo o país na sua porção mais estreita. Como lá é tudo perto demorou cerca de 2 hora e meia para atravessarmos o país.

A estrada é boa até a costa do atlântico, com exceção de pequenas partes já dentro do território Kuna. Esse trecho da área indígena é extremamente serpenteado e com muitas ladeiras bem íngremes, e talvez por isso os Kunas tenham definido que lá só pode entrar carros 4x4.

Junier nos contou que quando começou a trabalhar com isso (a 20 anos atrás) não havia asfalto nesse trecho e fiquei imaginando passar por aquelas serras serpenteadas no barro. Ele disse que já teve de dormir várias noites com o carro quebrado na estrada na época. Hoje está quase tudo asfaltado e tem um trecho ínfimo de barro.

Para pessoas que enjoam é bom que se diga que devido às curvas acentuadas a viagem é dura, tando devido ao balanço constante quanto em relação à segurança, já que para conseguir vencer várias ladeiras o motorista tem de acelerar bastante e andar numa velocidade um pouco assustadora.

O porto é bem improvisado

Porto fluvial de San Blas Porto fluvial de San Blas

Depois de mais de duas horas entre curvas e ladeiras chegamos ao porto que tem saída pelo rio. Há outro porto, esse marítimo, mas Junier disse que sempre opera pelo fluvial, já que é mais seguro, segundo ele.

Chamar de as instalações de porto na verdade é um exagero. Há uma área aberta para os carros estacionarem, um barranco onde os barcos encostam e uma parte coberta com telhas de eternit.  Tudo foi feito de forma armengada. Apesar de tudo ser caro eles fazem as coisas de qualquer jeito, sem se preocuparem nem um pouco com a qualidade, com a aparência e em dar um ar mais turístico para o lugar.

Quando chegamos no porto um índio chamado Tony, bem pequeno e magrinho, nos recebeu. Junier já havia falado com ele por telefone e agendado nossa cabana e a partir daquele momento o índio é que nos conduziria de barco até a ilha.

Navegando pelo porto rio em San Blas Navegando pelo porto rio em San Blas(vídeo)

É bom que se diga que por precaução eu combinei de pagar somente o transporte de ida naquele momento e na volta pagaria a metade restante a Junier. Ele disse que não havia problema e que no domingo às 9 da manhã estaria ali no porto para nos levar de volta á capital panamenha.

 

Por que muita gente vai par San Blas?

Navegando em mar aberto até San Blas Panamá Navegando em mar aberto até San Blas Panamá(vídeo)

Apesar do porto ser feio, do trajeto pela estrada ser ruim, das cabanas serem precárias e dos preços serem caros havia muitos carros no porto, todos trazendo turistas e isso só podia ser por que as ilhas eram especiais.

Tivemos de esperar alguns minutos até completar a embarcação, que foi com mais quatro pessoas além de nós três e dois índios, sendo um deles o Tony. O que achei legal foi que os índios tiveram o cuidado de pegar as mochilas de todos e enrolá-las com um plástico para que não molhassem. Isso foi um gesto positivo mas ao mesmo tempo indicava que bater muita água e ia molhar muito no trajeto até a ilha.

Saímos pelo rio, navegando em águas calmas, até chegarmos no mar, onde começou a jogar muito, a bater bem e a molhar, mas só de um lado. Sabendo disso os índios já tinham deixado um plástico grande, transparente, que Marcelino começou a usar para se proteger. Navegamos por cerca de 30 minutos e chegamos na ilha Robinson. A parte que é de Ina e que Tony gerencia, é bem pequena e a cabana já estava nos esperando, mas faltava uma cama. Tony disse que mais tarde a colocaria.

ESCOLHA BEM A SUA ILHA

A incrível beleza das ilhas de San Blas no Panamá A incrível beleza das ilhas de San Blas no Panamá(vídeo)

Soubemos por outros viajantes que a dica era ficar na ilha Narasgandup  (que pertence ao índio Robinson). Essa ilha é "dividida" em duas áreas e a dica dizia que o recomendável era que ficássemos do lado administrado por um índio chamado Ina, que seria uma pessoa melhor para tratar com os turistas.

De qualquer forma vale lembrar que a hospedagem nessa ilha é a mais primitiva possível. As cabanas são de palha de coqueiro, mal construídas e não há piso (é na areia mesmo), nem móveis nem nada. É simplesmente uma cabana onde colocam a cama com colchão dentro, sem nada mais.

Não há água encanada, luz elétrica ou banheiro. Do lado de fora, afastado da cabana, há um banheiro de uso coletivo, mas bem improvisado. Nesse banheiro há vaso, mas para dar descarga você tem de jogar água com o balde. É tudo bem precário, mas o foco desse tipo de lugar é estar integrado à natureza e as ilhas oferecem um visual esplêndido, com águas cristalinas e paisagem digna de um paraíso.

AS REFEIÇÕES MINGUADAS E AS ILHAS CARAS

No preço cobrado para ficar na cabana (25 dólares por pessoa) estão incluaso as três refeições diárias, mas segundo o Junier não é uma boa comida e também é muito pouca, e por isso passamos no mercado no dia anterior e levamos várias coisas. No nosso caso o café da manhã realmente foi ruim, mas da janta e do almoço não pudemos reclamar. Estava tudo saboroso, apesar de a quantidade ser pouca.

A outra parte da ilha que é administrada por um grupo de índias tem umas cabanas um pouco melhores, mas elas cobram bem mais caro também (75 dólares por pessoa na baixa temporada). Elas estão mais organizados e tem até site. Há várias outras ilhas que recebem turistas, inclusive com hotéis bem caros e até mesmo aeroporto para aviões pequenos, mas não era o que procurávamos. Neste site você pode encontrar diversas outras opções, com ilhas e preços variados, mas pelo que verifiquei no site a mais barata custa 80 dólares por pessoa por dia.

Ilhas paradisíacas e isoladas de San Blas no Panamá Ilhas paradisíacas e isoladas de San Blas no Panamá(vídeo)

Enfim o paraíso

A ilha que ficamos realmente é esplêndida, com águas maravilhosas, coqueiros e uma praia particular. As cabanas ficavam bem pertinho do mar e era possível dar a volta em toda a ilha em 20 minutos.

A sensação era de estarmos muito longe de tudo, isolados, mas ao mesmo tempo num lugar agradável. As atividades possíveis eram dormir na cama, dormir na rede, dormir na areia, nadar, tirar fotos, caminhar, jogar volley numa rede improvisada e usar os equipamentos de mergulho (máscara e pé-de-pato). Estes eram bem velhinhos  e pensamos que era pago e só depois descobrimos estarem inclusos e à nossa disposição.

Nesse primeiro dia ficamos mesmo foi praticando nadismo, experimentando as diferentes dormidas possíveis, grande parte na rede pendurada entre os coqueiros. Às vezes eu levantava para fazer um sandwiche e depois voltava para a rede. Em todos os momentos as nossas mochilas ficaram perto de nós e quando eu estava dormindo cheguei a amarrar a minha no meu braço, pois ficamos meio paranoicos devido ao que Junier falou sobre os furtos.

Em alguns momentos nos animamos e demos uma caminhada pela ilha, que como expliquei, tem partes com grupos de proprietários diferentes. Apesar dessa divisão é possível caminhar livremente por toda a ilha e conhecer as diferentes famílias que lá vivem. Apesar dos preços cobrados serem caros para a infraestrutura oferecida vimos in loco que a maior parte das famílias vive em situação precária.

Jogando volley com os suecos Jogando volley com os suecos

Explorando a ilha e fazendo amigos

O segundo dia foi muito mais animado. Logo pela manhã saímos para caminhar e depois mergulhar. Havia muitas piscininhas rasas e boas para quem quer tranquilidade. Como os equipamentos (máscaras e respiradores) não estavam legais não quisemos avançar muito.

Quando voltamos encontramos o casal de suecos que conhecemos no café da manhã e percebendo que eles estavam com uma bola de volley perguntei se eles queriam jogar um pouco. Foi muito divertido as diversas partidas que jogamos.

Convidei um italiano que chegou nesse segundo dia para fazer uma dupla com Marcelino e assim ficávamos revesando e a dupla que perdia saía e esperava a próxima partida. Durante nosso "campeonato"  fomos chamados para o almoço. O índio usa uma concha grande para fazer uma espécie de apito para avisar que o almoço está pronto.

Os suecos praticamente saíram correndo quando ouviram a chamada para o almoço, que nesse segundo dia foi um peixe frito com macarrão. Só tinha essa escolha e por isso, apesar  de ser vegetariano eu comi. Estava muito saboroso e deu vontade de comer mais (e não tinha) e por isso complementei com sandwiches de pão com queijo que trouxemos.

Crianças indígenas da ilha Crianças indígenas da ilha

Papo de viajante

Durante e depois do almoço aproveitamos para nos conhecer (nós, os suecos e o italiano chamado Massimo). Conversamos sobre viagens, trocamos informações, impressões e experiências. Foi um papo com muitos idiomas.

A menina do casal de suecos falava espanhol mas o rapaz não, daí as vezes falávamos em inglês, as vezes em espanhol, daí ela traduzia para sueco quando eu falava em espanhol e eu traduzia para português quando o papo era em inglês. Nessa troca de idioma as vezes dá um nó e várias vezes numa mesma frase usei mais de um idioma!

San Blas é um local para quem deseja momentos de tranquilidade e ficar realmente muita coisa para fazer. Algumas pessoas podem sofrer com o tédio, mas qumr curte nadismo vai adorar. É um bom lugar também para ler, conversar, namorar e escrever e por isso à tarde eu aproveitei para dar continuidade da escrita dos relatos de viagem.

Fizemos amizade com as crianças Fizemos amizade com as crianças

Deixando San Blas e voltando para o brasil

Voltamos no dia seguinte de manhã fazendo o trajeto de barco e de carro. Junier estava lá no horário combinado e chegamos às 11 da manhã na capital panamenha.

Com vontade de economizar descobrimos que havia uma hospedagem ao lado do hotel Caribe, onde estávamos, com a metade do preço. O quarto do hotel Benidorm era um pouco menor em relação ao Caribe, mas super arrumadinho e é uma boa recomendação para quem vai ficar na Cidade do Panamá. Dormimos uma noite e no dia seguinte iniciamos nosso retorno, que duraria três dias incluindo uma noite em Lima e uma no Rio de Janeiro.

Em Lima ficamos bem perto do aeroporto, num hostal bem pequeninho mas super aconchegante. Um jovem peruano aproveitou o espaço em casa e transformou um andar da residência em hospedagem, disponibilizando dois dormitórios. Ele mesmo cuida de tudo e o preço é bem econômico. Se você quer um lugar limpo, aconchegante e perto do aeroporto eu super recomendo que fique no hostal Mundo Dominicos.

Hotel pago pela TAM no Rio Hotel pago pela TAM no Rio

No Rio dormimos uma noite por conta da TAM, já que não tivemos como pegar o voo para Salvador após desembarcar na capital fluminense por alterações de horário que o voo anterior sofreu. Depois de muita reclamação a empresa nos colocou no Rio Hotel, um hotel que fica dentro do aeroporto e nesse aspecto foi super cômodo para nós, além do de ser super confortável. No dia seguinte voamos para Salvador e concluímos a nossa viagem.

Essa foi uma viagem riquíssima. Pudemos conhecer lugares maravilhosos, gente bacana, praticar esportes novos e conhecer a cultura de cada país. Foi, no geral, uma viagem que não tivemos problemas, nos alimentamos bem, diferente do que aconteceu na viagem ao oriente. Espero que esses relatos de viagem ajudem a outros viajantes.

Se quiser explorar o frio visite conheça a viagem seguinte, chamada América Gelada e que te frio e paisagens deslumbrantes do início ao fim, passando pelo Canadá e EUA no inverno.

 

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