Relato de viagem

Tour pela Cidade do Panamá e trajeto complicado até Bocas del Toro

Quando chegamos no Hostal Gemar ,na Cidade do Panamá, percebemos que havia um erro no nosso roteiro. O trajeto de lá até Bocas del Toro durava toda uma noite e só chegávamos no dia seguinte de manhã e colocamos como se chegássemos no mesmo dia. Fizemos um ajuste e isso resultou em menos um dia em Bocas, ficando 2 dias, e não 3, na  região que prometia ser a mais bonita do Panamá. Assim, ao invés de sair na manhã seguinte passaríamos o dia na Cidade do Panamá e tomaríamos o ônibus à noite no terminal de Albrook.

Hostal Gemar Hostal Gemar

Com essa nova situação apareceu um problema: as nossas mochilas grandes teriam de ficar conosco o dia todo ou teríamos de fazer o trajeto entre  o hotel , que ficava na periferia, e o centro três vezes, enfrentando o trânsito infernal da cidade justo nos horários de pico. Isso acabaria com nosso dia. Foi então que tive um ideia: deixar as mochilas no hotel e mandá-las via táxi para o terminal do Albrook. Essa estratégia nos liberava de dois incômodos, mas exigia a ajuda do hotel para guardar as mochilas durante o dia e para fazer a ponte com um taxista de confiança, que chegasse impreterivelmente no horário na estação, caso contrário perderíamos as mochilas ou perderíamos o ônibus. Conversei sobre isso com a funcionária do hostel, que nos atendeu de forma muito simpática e cortês, mas ela disse que teria de conversar com o dono sobre as mochilas e na manhã seguinte faria isso.

Saímos para comprar comida no supermercado que ficava a 6 quadras do Gemar. Como estávamos na periferia perguntamos se era seguro andar por ali àquela hora. Disseram-nos que sim, que podíamos ir tranquilos, sem preocupação, diferente do que o taxista que nos trouxe falou. Na dúvida saímos sem quase nada, caminhando rápido e olhando para os lados. A rua estava bem vazia e escura, mas em poucos minutos chegamos no super (é como eles chamam os supermercados) de Betânia. Os preços, como esperado, todos  em dólares, mas de forma geral compatíveis com os do Brasil. Voltamos e o fomos direto para a cozinha compartilhada onde preparamos nossa janta. O bom do hostel é isso, que você paga mais barato pela hospedagem (no Gemar custou 58 dólares a noite para três ), interage com outros hóspedes e ainda come de forma mais barata, fazendo sua refeição. Nós preferímos não compartilhar o quarto com outras pessoas e ficarmos só nós três e por isso saiu um pouco mais caro. Se o hóspede, ao invés disso, alugar uma cama num quarto compartilhado paga ainda menos e é uma estratégia muito usada por viajantes que querem economizar.

Pela manhã conversei com o proprietário do Gemar e ele foi super gentil. Resolveu a questão do táxi para as mochilas e disse que não nos preocupássemos que as mochilas estariam lá na hora combinada. Apesar de ser distante do centro o Gemar é uma hospedagem que recomendo a quem quer algo econômico, limpo, bonito e com um excelente atendimento.

ônibus Turístico do Panamá ônibus Turístico do Panamá

Com a questão da mochilas resolvida seguimos para o Albrook Mall, um dos pontos de parada do ônibus turístico do Panamá. Pagamos 5 dólares pelo táxi para nós três compartilhando o mesmo com uma outra passageira que já veio no veículo, conforme tinha sido avisado quando o táxi foi chamado pela funcionária do hostal Gemar. Felizmente nesse trajeto não pegamos o trânsito infernal da Cidade do Panamá, provavelmente pelo horário. Ao chegarmos no shopping procuramos saber de onde saia o ônibus e descobrimos que havia também o aquabus, uma atração muito interessante e diferente para turistas. Só não fizemos devido ao horário e ao preço mais elevado (39 dólares, 10 a mais que o ônibus turístico sightseeing), mas deu muita vontade de experimentar. Como o nome diz, é um ônibus que, além de circular nas ruas também navega pelo mar, proporcionando ao turista diferentes pontos de vista da cidade. No guichê do sightseeing bus compramos os tickets por 29 dólares e perguntamos tudo que queríamos saber e a paciente funcionária explicou tudinho e combinou de nos levar ao exato ponto de partida dali a uns 20 minutos, quando o ônibus chegaria. O Albrook não é o ponto inicial do ônibus (ele sai do multicentro), mas como o sistema é hop on hop off (você pode descer, conhecer o loca e depois  tomar o próximo ônibus em qualquer parada da linha) não fazia muita diferença tomar no ponto inicial ou não, já que a rota também é circular.

 Desde o momento que saímos do bairro periférico de Betânia, onde fica o hostal Gemar, e começamos a nos aproximar do Albrook e da região central da Cidade do Panamá pudemos perceber uma significativa mudança na paisagem. As ruas se tornaram mais bonitas, sem buracos ou remendos, construções imponentes começaram a se revelar, mostrando o lado rico da cidade que na nossa chegada pareceu horrível e suja. Como na maioria dos lugares, há duas panamás: uma da periferia que é suja, feia e insegura e uma muito rica, com edifícios monumentais e grandes avenidas. Entretanto, mesmo na parte rica, para os observadores atentos ficava patente que apesar da infraestrutura ser boa não há aquele cuidado com os detalhes minuciosos, com os jardins, com a conservação e preservação que vimos na cidade de Lima. Assim como muitos outros ônibus turísticos pelo mundo esse tinha dois andares, fones de ouvido com explicações sobre o local que estávamos passando com canais de diferentes idiomas e era aberto na parte superior, sem janelas laterais. O curioso é que Viviane verificou que no canal que deveria corresponder ao idioma português o áudio era em espanhol. Será que eles pensam que no Brasil se fala o espanhol? Ou foi um erro técnico? Ficamos sem saber e Viviane seguiu ouvindo em espanhol, assim como eu que já havia feito essa escolha para praticar o idioma.

Ruas bonitas do Panamá Ruas bonitas do Panamá

A parada seguinte era na parada do saber, uma instituição de ensino e pesquisa e a próxima parada foi no Canal do Panamá. Para aqueles que não sabem o Canal é uma passagem construída pelo homem a mais de 100 anos para permitir que navios possam passar do oceano Atlântico ao Pacífico, e vice-versa, sem precisar navegar por semanas e dar a volta no Estreito de Magalhães que fina quase no final da América do Sul. Foi uma obra hercúlea e realizada pelos Estados Unidos, que ficou no controle do canal por décadas. Para passar pelo canal os navios (e outras embarcações) pagam valores altíssimos, mas que mesmo assim são mais baratos do que dar a volta em toda a América do Sul, e por isso o Canal, além de estratégico, é uma grande fonte de renda para o país, que também termina lucrando com o grande fluxo de comércio internacional que é realizado no porto atrelado ao canal e os consequentes investimentos de empresas estrangeiras que movimentam carga pela zona franca de Colón. Além de lucrar com os navios e cargas ele lucram com os turistas que, como nós, pagam 8 dólares para visitar e ver como funciona a operação para levar o navios de um lado a outro, por meio de eclusas e sistemas de tração em terra. Além de visualizar os turistas que se espremem para filmar e tirar fotos na grande varanda de observação podem ouvir uma narração do processo feita por um locutor animado.

Navio cruzando o Canal do Panamá Navio cruzando o Canal do Panamá(vídeo)

Nós saltamos no ônibus nessa parada do canal e ficamos de pegar o próximo ônibus que passaria dali a uma hora. Entretanto o ônibus passou depois de 45 minutos e se não fosse Viviane que o viu lá longe chegando o teríamos perdido. Foi uma correria danada, pois estávamos na varando do terceiro andar e corremos muito para entrar naquele ônibus e não ter de ficar mais uma hora ali.

A parada seguinte foi na Isla Flamenco, uma porção de terra que hoje é ligada ao continente devido ao istmo criado com as terras das escavações do canal e que tornou o que era uma ilha em uma parte do continente. Nessa "ilha" há uma zona franca, sem impostos e por isso havia uma expectativa de encontrar produtos com bons preços, mas foi uma furada. Mesmo sem impostos os produto são todos caros. A ilha é extremamente turística, com lojas caras e sofisticadas. Mesmo assim, com todo aparato voltado aos visitantes fomos surpreendidos pelo tratamento grosseiro que recebemos num mini-shopping. Os portões estavam abertos e fomos entrando para tentar visitar algumas lojas e então apareceu uma pessoa, aparentemente segurança do local, praticamente nos enxotando, dizendo que estava fechado. Infelizmente, como disse o taxista no dia anterior, de forma geral, os panamenhos não são muito educados. Isso é péssimo e passa uma impressão muito negativa do local, mesmo se for bonito.

Isla Flamenco no Panamá Isla Flamenco no Panamá(vídeo)

Dessa vez ficamos bem atentos ao ônibus, que supostamente era de hora em hora mas devido ao trânsito (que é sempre ruim no Panamá) não estava cumprindo bem os horários. Como só há uma loja franca rapidamente olhamos os preços e estávamos prontos para partir. Não podíamos perder aquele por que era o último e tínhamos de estar no na estação Albrook até no máximo as 18:30 para pegar nossas mochilas e embarcar para Bocas del Toro. Nesse retorno passamos por Casco Viejo (um bairro antigo e tradicional) e pela orla nova da Cidade do Panamá, onde há grandes avenidas e edifícios muito imponentes, entre eles se destacando o Tortilho, que é uma construção que parece ter sido torcida depois de construída. Muito impressionante.

Mesmo com o embotelhamento, que é como eles chamam o congestionamento em espanhol, conseguimos chegar com certa antecedência na estação Albrook. Essa é uma estação rodoviária imensa, internacional e local, e de lá saem e chegam muito ônibus. Ela fica colada no shopping Albrook e tem um trânsito muito intenso de passageiros, mas pela nossa experiência quase nenhum turista.  Quando já estava quase dando o horário combinado fiquei preocupado e fui procurar um telefone público para ligar para o celular do taxista que traria as mochilas. No Panamá, assim como no Peru, as ligações em telefone público são feitas usando moedas, mas nesse caso de dólar. Consegui falar e o motorista disse que já estava bem pertinho e em 3 minutos chegava. Eu tinha dado como referência Marcelino, que é cabeludo e barbudo e por isso disse a ele que ficasse em pé, bem visível no local marcado enquanto eu ligava.

Edifício Tortillo Edifício Tortillo

Com as mochilas em mãos seguimos para o terminal para comprar a passagem para Almirante, que é a cidade de acesso a Bocas del Toro. Para nossa surpresa, e diferente do que tinha dito a funcionária do Hostal Gemar, não havia mais vagas para aquele dia. E agora? Estamos sem hotel e sem transporte. Lembrei que tinha lido em algum site que há uma rota alternativa, indo para David e de lá pegando outro ônibus para Almirante. A funcionária nem chegou a oferecer essa opção, mesmo percebendo nossa angústia. A impressão que dá é que os panamenhos fazem o trabalhos deles de mal humor e unicamente pelo dinheiro e não estão preocupados nem um pouco com a simpatia e a qualidade do atendimento e talvez por isso não ofereceu outra opção e eu tive de ir em outro guichê perguntar sobre a rota por David, que felizmente tinha vaga, mas somente para as 20:30. Segundo a pessoa que nos vendeu o ticket para David de lá havia ônibus para Almirante a cada 40 minutos e dificilmente estaria cheio. Mesmo correndo o risco de não ter um saindo de David compramos e pagamos 15 dólares cada um. Fizemos um lanche no Subway (lanche que na verdade estava sendo nosso almoço) e depois seguimos para a sala de embarque, que era bem barulhenta e quente, bem diferente da organização e limpeza que encontramos nos terminais da Cruz del Sur no Peru. Não havia organização, era como se fosse cada um por si. Sentamos ali e visualizando os ônibus antigos conhecidos como diablo rojo, que são ônibus antigos reformados e com características de veículo esportivo, e ficamos preocupados sobre como seria o nosso transporte até Davi, correndo o risco de ser num daqueles, o que seria muito desconfortável. À nossa frente estava sentada uma panamenha e começamos a conversar. Ela nos disse que o nosso ônibus até David seria confortável, de dois andares e com poltronas reclináveis. Ela ficou surpresa sobre as informações que eu tinha sobre o Panamá, as rotas e as linhas de ônibus e eu expliquei que a gente pesquisava bastante antes de viajar. Como tudo era meio confuso naquele terminal ela também nos tranquilizou dizendo que o nosso ônibus realmente sairia dali.

Sala de espera do Terminal Albrook Sala de espera do Terminal Albrook

Depois de quase uma hora fomos surpreendidos por gritos que anunciava o ônibus para David. Levantamos, pegamos  nossas mochilas  e nos dirigimos para a fila por onde se embarcava. Havia uma catraca e uma panamenha mal humorada nos disse que precisávamos de uma tarjeta (espécie de cartão de embarque) para passar pela roleta. Ficamos surpresos com aquilo, já que na compra não nos avisaram nada. Dissemos que tínhamos em dinheiro (era como se fosse uma taxa pelo uso do terminal, que custava 5 centavos de dólar) mas ela disse que só podia ser em tarjeta de embarque. Bravos dissemos que não fomos avisados quando compramos e que não tínhamos como adivinhar e que não havia tempo para ir comprar essa tarjeta. Foi então que um panamenho gentil percebeu a situação e disse que poderíamos passar usando sua tarjeta, Passou-a no leitor, liberou a catraca para nós três e resolveu nosso problema. Imediatamente agradecemos e já separamos as moedas para pagar as três taxas (míseros 15 centavos) mas ele gentilmente disse que não precisava. É claro que os indivíduos podem ser diferente da coletividade e esse panamenho demonstrou isso.

Durante o processo de embarque fomos para a parte traseira para colocar as mochilas maiores no maleiro e mais uma vez pudemos nos deparar com o jeito grosseiro panamenho. Em quanto no Peru éramos sempre tratados com "senhor", com muita delicadeza e gentileza, o funcionário panamenho nem falava com ninguém e praticamente jogava nossas mochilas no maleiro como se fosse lixo, sem nenhum cuidado. Esse comportamento grosseiro se repetiu quando estávamos dentro do ônibus. Marcelino percebeu que o cinto de segurança de seu assento estava quebrado e notificou à funcionária (a mesma que não queria nos deixar embarcar por causa dos cinco centavos de taxa) e ela simplesmente disse que ele esperasse. Ela subiu no ônibus, disse que dentro do veículo não se podia comer  e nem beber (quem viaja com eles tem de passar fome) e que o banheiro só podia ser utilizado como urinário. Sempre de forma muito grosseira. Marcelino percebendo que ela tinha se fingido de morta em relação ao cinto falou de novo e foi então que ela chamou uma outra pessoa que, pasmem, disse que ele não poderia viajar, que tinha de descer do ônibus, já que o cinto estava quebrado. Ele bradou e o funcionário de forma arrogante disse que se ele estava achando ruim que descesse do ônibus e que brasileiro era gente ruim! Nossa, éramos persona non grata e nem sabíamos por que. Em quanto no Peru o uso de cinto é obrigatório e o funcionário verifica se você está com ele afivelado no Panamá quem quer usar cinto é enxotado. Aquilo foi a gota d'água no restinho de respeito que eu tinha pelo país. Tudo bem, não podíamos generalizar, mas a verdade é mais uma vez o taxista do primeiro dia estava certo, o povo panamenho, em geral, é grosseiro e não sabe tratar as pessoas.  Diante da situação disse para Marcelino voltar para o lugar dele e se fingir de morto, não falar mais nada, pois seria muito pior se não pudéssemos viajar. A preocupação dele em relação ao cinto era justificada, até por que sem percebermos os nossos assentos foram definidos como os primeiros da frente e em caso de qualquer acidente ele sem cinto estaria muito mais vulnerável, mas era melhor viajarmos e torcermos para que desse tudo certo.

Ônibus esportivo e barulhento até Bocas Ônibus esportivo e barulhento até Bocas

Depois de oito horas de viagem chegamos a David e ainda estava escuro. Descemos numa estação feia, suja e aparentemente muito insegura e ainda tivemos de pagar para usar um banheiro com péssima higiene. Um pouco assutados fomos em busca do ticket para Almirante, e onde passávamos aos gritos nos ofereciam transporte para lá, mas da forma que se apresentavam parecia transporte irregular, pirata. Depois de algumas perguntas terminamos concluindo que era assim mesmo, não havia ticket e só havia a opção desses micro-ônibus que faziam suas ofertas aos gritos, como se estivessem vendendo peixe na feira. O ônibus até parecia bem cuidado, novo e cheio de acessórios, como snorkel (para caso de enchentes), bagageiro e ar-condicionado, mas o motorista e o cobrador pareciam suspeitos.  Como só havia essa opção entramos sabendo que o preço seria 8,50 dólares por pessoa. Como ainda estava vazio pudemos sentar e ficar ali, num ar-condicionado extremamente frio, para dali a cerca de meia hora o veículo sair.

Logo na saída o motorista que corria feito um condenado colocou uma música eletrônica alta em espanhol e isso se repetiu por horas, até chegarmos em Almirante. Era uma música horrível, que incomodava muito e naquele momento percebi que isso era um hábito dos motoristas, já que o taxista com carro rebaixado fez o mesmo quando nos pegou no aeroporto. Eles não estão nem aí se o passageiro gosta ou não ou se está com vontade de ouvir aquilo. Pra piorar o escapamento esportivo do ônibus (foi o primeiro lugar no mundo que vi ônibus com escapamento esportivo) fazia uma zoada danada, como se fosse um carro de corrida.

A impressão que dava é que o motorista estava dirigindo seu carro esportivo particular, com som nas alturas e não estava nem lembrando que havia outras pessoas com ele. Depois de quase quatro horas de tortura musical e a ponto de explodir finalmente chegamos a Almirante e me senti aliviado. Eu até pedi para ele baixar o som num determinado momento. De cara amarrada ele balançou a cabeça dizendo que sim, abaixou um pouco mas alguns minutos depois aumentou de novo.

De Almirante à Isla Colón de barco De Almirante à Isla Colón de barco(vídeo)

Para chegar até a Isla Colón, onde ficava nosso hotel ainda tínhamos de pegar um barco, chamado por eles de water táxi, mas da parada do ônibus até o porto de embarque tivemos de tomar um táxi, que foi uma caminhonete cabine dupla 4x4. Pagamos um dólar por pessoa para percorrer pouco mais de 1 km e logo depois pagamos  4 dólares por pessoa para fazer o percurso de barco que durou uns vinte minutos. Bocas del Toro é um lugar muito turístico e muito famoso no Panamá. A pessoa que nos recebeu na pousada Isla Chica era estrangeira e nos recebeu muito bem, semelhante ao que acontecia nas estadias do Peru. Essa era a hospedagem mais cara de toda a nossa viagem (110 dólares por dia pela hospedagem para três) e felizmente compensou.

Chegamos em Bocas del Toro Chegamos em Bocas del Toro

O apartamento era grande, com dois quartos, com frigobar, camas confortáveis e até mesmo cozinha. Além disso havia uma cozinha comunitária (for do apartamento), compartilhada, com todos os equipamentos. Depois de um trajeto cansativo e sofrido felizmente estávamos num lugar agradável.

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